14 jul

Primavera é a época de revoada dos cupins

Estação do ano que os Cupins fazem revoada para o acasalamento, gerando novas colônias.

Pequenos, invisíveis e numerosos. Os cupins estarão, nos próximos meses, em período de acasalamento, o que aumenta o risco de ataque às estruturas do condomínio e até às unidades privativas. Um contra-ataque imediato pode impedir mais prejuízos. É nesse período que os pequenos inimigos procuram um lugar mais tranquilo e escuro para efetuarem os seus ataques. E, com esse objetivo, eles são capazes de vencer quaisquer obstáculos.

Fazem túneis em paredes, invadem edificações e penetram em tubulações de eletricidade. Atualmente, existem mais de duas mil espécies de cupins catalogadas em todo o planeta. Pelo menos um traço elas têm em comum: todas se alimentam de estruturas ricas em celulose, encontradas em madeira, papel, telas, tecidos, gesso, etc.

As madeiras estão suscetíveis ao ataque de várias espécies de cupins, alertam os especialistas da DDmares. Quando o ataque é realizado por cupins de madeira seca, o primeiro sinal é aquele pozinho de minúsculos grãos duros que aparecem no chão. Mas, segundo profissionais que atuam na área de dedetização e controle de pragas, é preciso não confundir com um tipo de resíduo fino, com textura de talco, próprio das brocas.

As revoadas que dão origem a novos cupinzeiros ocorrem principalmente na Primavera, quando siriris ou aleluias caem no solo, livram-se das asas e, aos pares, procuram locais apropriados para o acasalamento e a implantação de novos cupinzeiros. Das espécies existentes, algumas provocam grandes prejuízos: cupim subterrâneo e cupim de madeira seca. O cupim subterrâneo é o mais voraz e de difícil combate. Rapidamente ele destrói madeira, papel, fundo de armário, forros, rodapés, tacos e portais. Assim, quanto mais depressa se iniciar o combate, melhores serão os resultados.

Contra-ataque aos cupins

Os cupins subterrâneos são assim chamados porque vivem em ninhos em baixo da terra. O simples tratamento da madeira em contato com a alvenaria não irá combatê-los, mas apenas tratar aquele foco. O tratamento contra cupins deve ser localizado nos focos, tubulações elétricas e barreiras químicas, de um modo geral.

Os cupins se contaminam através do processo de trofalaxia, ou seja, troca de alimentos boca a boca, ao se cruzarem em seus caminhos. Os preços para o trabalho de descupinização variam a depender da área atingida, do grau de infestação e do nível de dificuldade de acesso para efetuar o tratamento.

Pode chegar a ser até vinte vezes mais caro que uma desinsetização comum, porque exige mão-de-obra especializada, além de os produtos específicos para tratamento de cupins chegarem a custar até seis vezes mais que os produtos comuns.

O cupim da madeira seca pode infestar edifícios inteiros, sendo encontrado em todas as regiões, principalmente nos centros urbanos. Geralmente, são levados por móveis já contaminados, podendo assim se alastrar facilmente. Os casos mais graves exigem monitoramento no período de garantia para evitar reincidência do inseto.

O aparecimento do cupim subterrâneo pode ser percebido pelos túneis que constrói para se locomover. Através desses túneis, evita a claridade e mantém a umidade. Os casos mais graves exigem monitoramento no período de um a dois anos depois do primeiro tratamento para evitar a reincidência. O inseto também faz seus ninhos em alicerces de prédios, de onde se espalha.

Já o cupim de madeira seca prefere madeiras com baixo teor de umidade. Os cupins de solo formam cupinzeiros (murundus), comuns em pastos e zonas rurais. Alimentam-se de raízes de árvores e vegetações. Dependendo da sua proximidade a edificações, podem efetuar invasões nas estruturas e madeiramentos.

Prevenção de cupins

Quando o objetivo é prevenir o ataque aos madeiramentos, o indicado é a aplicação do produto cupinicida através de micropulverização, injeção e/ou pincelamento. Para combater e prevenir a ação do cupim de madeira seca e de cupins subterrâneos, existem apenas dois produtos que são exclusivamente cupinicidas. O tratamento pode ser realizado com outros tipos de produto domissanitários que não possuem indicação para cupins, mas são produtos sem efeito residual e comprometem a eficácia do tratamento.

Eles podem ser aplicados em vários tipos de madeiras usadas na construção civil, na fabricação de móveis, entre outros. São também eficazes em madeira já atacada. No tratamento de madeira já atacada, é necessário aplicar diretamente nos orifícios através de injeção, complementando-se em alguns casos de madeiras sem acabamento externo, o processo de micropulverização.

Caso o condomínio esteja sofrendo o ataque de cupins, o recomendado é a contratação de empresas especializadas no seu combate. Utilizar funcionários do condomínio ou terceiros não qualificados para executar essa operação pode ser arriscado e trazer outros problemas para o síndico.

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